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ROUPAS DE PROTEÇÃO

ROUPAS DE PROTEÇÃO

Demanda e novas tecnologias empregam maior defesa contra acidentes sem deixar de lado o conforto dos trabalhadores

O uso do uniforme no trabalho representa muito mais do que uma padronização, é também a imagem da empresa passada por seus funcionários, bem como sua proteção em determinadas funções, sendo o seu EPI (Equipamento de Proteção Individual). Os conceitos sobre modelos de uniformes profissionais foram mudando e modernizando durante os anos e se adequando às necessidades de cada atividade. Atualmente, além dos conceitos funcionais, a moda também influencia a criação de uniformes, unindo o útil ao agradável, obviamente, dentro da norma de cada área que o torna possível.

Os tipos de uniformes profissionais são normalmente fabricados em cores fortes, com tecidos resistentes, que aguentem o dia a dia do trabalho pesado. Calças, camisas, macacões e jalecos ganham formas básicas em linhas simples, mas sem deixar de oferecer conforto a quem as use.

UNIFORMES x ROUPAS DE PROTEÇÃO

Nem todo uniforme é um EPI, assim como nem todo EPI é um uniforme. Essa associação, equivocada, pode levar o consumidor ou a empresa ou o profissional a cometer erros de comunicação ou de especificação técnica. O uniforme é um padrão de vestuário usado por membros de um dado sistema organizacional no sentido de criar uma padronização, sem necessariamente conferir proteção do usuário ao risco. Já a vestimenta que confere defesa especial à saúde e segurança do trabalhador, tais como contra chama, ácidos, álcalis, intempéries e outros riscos, essa sim pode ser considerada um EPI; uma roupa de proteção.

O Ministério do Trabalho e Emprego considera roupa de trabalho um equipamento de proteção individual e seu uso é regulamentado na legislação brasileira por meio das Normas Regulamentadoras (NR). Sua abordagem apresenta-se como proteção contra riscos de origem mecânica, térmica, radioativa e outros. Essas normas estabelecem parâmetros dentre os quais as organizações brasileiras devem adotar como prevenção dos acidentes e monitoramento dos riscos que uma atividade expõe ao trabalhador.

O EPI, no caso as vestimentas, não são salvo conduto para a exposição do trabalhador aos riscos originados do efeito térmico proveniente de um arco elétrico ou fogo repentino. Portanto, todo e qualquer EPI não atua sobre o risco, mas age como uma das barreiras para reduzir ou eliminar a lesão ou agravo decorrente de um acidente ou exposição que pode sofrer o trabalhador em razão dos riscos presentes no ambiente laboral.

TECIDOS E GRAMATURAS

A composição das vestimentas para proteção, contra os efeitos térmicos do arco elétrico e do fogo repentino, por exemplo, deve contar com tecidos especiais para garantir um desempenho satisfatório quando expostos à energia incidente e à chama.

De acordo com o “Manual de Orientação para especificação das vestimentas de proteção contra os efeitos térmicos do arco elétrico e do fogo repentino”, produzido pela SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho) e pelo DSST (Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho), estão disponíveis tecidos naturais e sintéticos associados a distintas tecnologias que lhes conferem a propriedade ignífuga (antichama). Alguns destes produtos são confeccionados com fios especiais que garantem aos tecidos esta propriedade e outros são tecidos tratados com substâncias que lhes conferem tal atributo.

Além do aspecto primordial de máxima proteção dos trabalhadores contra os efeitos térmicos do arco elétrico e do fogo repentino, as vestimentas devem possuir características que garantam sua manutenção ao longo do uso, tais como: resistência mecânica do tecido e linhas de costura e retenção de cor. Já a gramatura do tecido é uma das características relevantes na avaliação e escolha das vestimentas, pois compõe a proteção conferida pela vestimenta contra os efeitos térmicos do arco elétrico e do fogo repentino e, para tanto, os tecidos Fire Retardant - FR (retardante ao fogo ou retardante a chama) apresentam normalmente gramaturas superiores aqueles utilizados na confecção de uniformes em geral.

De acordo com o NFPA 70E, as fibras de algodão, seda, poliamida e misturas algodão/poliéster, são consideradas materiais inflamáveis. Com relação à proteção contra arcos elétricos, de acordo com o NFPA, materiais 100% sintéticos como poliéster, poliamida, e misturas de algodão/poliéster, com alto teor da última fibra, não devem ser utilizados, uma vez que, por serem polímeros termoplásticos, estes se fundem sobre a pele quando expostos à alta temperatura, agravando a queimadura.

As roupas de proteção fabricadas com materiais naturais como algodão, seda e lã são consideradas aceitáveis, de acordo com NFPA, se os ensaios determinarem que o tecido não continue queimando nas condições de exposição ao arco elétrico.

Os avanços tecnológicos no segmento permitiram, nos últimos anos, o tratamento da fibra e/ou tecido de algodão por meio de polimerização da fibra com agentes ignífugos, mantendo as características de proteção durante toda a vida útil do produto desde que seguidas as orientações quanto a manutenção da peça. Essa tecnologia está fazendo com que o algodão, um material totalmente desfavorável à aplicação de proteção contra arco elétrico e fogo repentino, devido à facilidade de combustão, conquiste cada vez mais o mercado de EPI.

A Santanense, por exemplo, produz no Brasil todas as tecnologias de proteção térmica: tecidos 100% algodão, 88% algodão e 12% poliamida, e tecidos inerentes. “Cada um deles possui pontos fortes que os diferem, como a durabilidade e confiabilidade máxima dos tecidos inerentes”, comenta Paulo Henrique Nascimento, gerente de contas Linha Fire. Segundo ele, a empresa oferece ao mercado o primeiro tecido da América Latina para combate a incêndio, o Unishell Firefighters, cujo tecido possui meta-aramida, para-aramida e carbono, com composição e peso ideais para esse mercado. O tecido oferece a proteção, conforto e flexibilidade que o bombeiro precisa nas mais agressivas situações. Também a Santanense possui uma linha completa quanto proteção térmica, com tecidos 100% algodão (Uniforte Slim e Pro e Unicompany), 88|12 (Unisafe Slim e Pro), Denins (Action Denim FR e Action Denim Pro FR), tecidos para proteção contra metal fundido (Unipower FR), além da nossa linha de alta tecnologia de fibras inerentes (Unipar FR).

MERCADO E NOVIDADES

Em geral, a evolução deste mercado também recebe influência do controle que o Ministério do Trabalho exerce sobre o uso dos EPIs. Para Paulo Henrique Nascimento, da empresa Santanense, a fiscalização é uma grande ferramenta para impulsionar a evolução. Ela leva as empresas a testarem novos materiais com o intuito de se adequarem às normas, produzindo EPIs cada vez mais sofisticados, que supram as necessidades prevencionistas. “A fiscalização do MTE e as normas nacionais e internacionais contribuem para essa evolução das vestimentas de proteção. Mas as normas são o alicerce das exigências que devem ser feitas, ou seja, os consumidores devem sempre exigir vestimentas e tecidos que superem as normas e não somente cumpram com as mesmas”.

Hoje em dia também a moda influencia nas vestimentas de proteção, além de serem mais leves, resistentes, confortáveis, pois vemos vários modelos sendo lançados . “É uma forma de estimular o trabalhador a usar o uniforme. Sempre buscamos oferecer o máximo de conforto ao trabalhador e uma vestimenta na qual se sinta bem quanto a aparência. Concluímos que a preocupação com o bem estar do usuário da vestimenta faz com que o mesmo trabalhe melhor, tenha mais qualidade de vida e tenha mais proteção. De toda forma, a segurança sempre será o norte de nossa empresa”, afirma Paulo Nascimento.

Fonte: Revista CIPA – Edição Maio 2015 – Débora Luz - http://viewer.zmags.com/publication/75fc7262#/75fc7262/1

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