Santanews Workwear

Santanense é DESTAQUE na Revista CIPA de Maio

TECENDO SOLUÇÕES

Inovações da Cia. Tecidos Santanense beneficiam o segmento de roupas profissionais, inclusive para proteção térmica.

Uma das primeiras mil indústrias criadas no Brasil, a Cia. Tecidos Santanense está prestes a completar 125 anos. Desde outubro de 1891 – quando seus 32 pioneiros teares entraram em operação – até os dias atuais a companhia assistiu incontáveis transformações políticas, econômicas e sociais no País. Do ponto de vista organizacional também evoluiu notavelmente, tornando-se uma das maiores e mais destacadas empresas no segmento de vestuário (sportswear) e de roupas profissionais (workwear).

Sediada em Belo Horizonte e com fábricas em Montes Claros, Pará de Minas e Itaúna, todas em Minas Gerais, a Santanense “é hoje a única empresa nacional que oferece uma linha completa de proteção térmica, englobando tecidos contra incêndio, fogo repentino, arco elétrico e metal líquido”, de acordo com o gerente de Marketing e Produtos Workwear, Flávio Urbano. “Investimos muito nesse setor nos últimos tempos para ocupar a posição de liderança tecnológica e de mercado na América Latina quanto a proteção térmica”, garante. A seguir, ele comenta as soluções oferecidas ao mercado, destaca os esforços de pesquisa, desenvolvimento e inovação e aponta tendências, sobretudo, em relação aos chamados tecidos inerentes, cujas características técnicas dispensam tratamentos químicos e os tornam mais eficientes e duráveis. Acompanhe:

- Quais as mais recentes novidades em tecidos voltados à proteção térmica dos trabalhadores apresentadas pela companhia ao mercado?

Recentemente desenvolvemos o primeiro tecido da América Latina para combate a incêndio, o Unishell Firefighters. Com composição e peso ideais para esse mercado, o tecido oferece proteção, conforto e flexibilidade necessários ao bombeiro nas mais agressivas situações. Além disso, temos uma linha completa para proteção térmica, com tecidos 100% algodão (Uniforte Slim FR, Uniforte Pro FR e Unicompany FR), 88% algodão e 12% poliéster (Unisafe Slim FR e Unisafe Pro FR); e Denins (Action Denim Pro FR 13oz e Action Denim Pro FR 11oz), tecidos para proteção contra metal fundido (Unipower FR); e ainda uma linha de alta tecnologia de fibras inerentes (Unipar FR).

- Para quais atividades e tipos de operação os produtos são recomendados e quais as suas principais características?

Os tecidos são indicados para diversas áreas onde a proteção térmica é exigida, como, por exemplo, operações de combate a incêndio estrutural e florestal, atividades em instalações elétricas, em refinarias e locais com manuseio de materiais comburentes, além de ambientes com risco de exposição a metal líquido. Estamos atentos às demandas do mercado, principalmente quanto aos tecidos inerentes com produção nacional, por isso, lançamos o Unipar FR e, mais recentemente, o Unishell. Sem dúvida, o mercado de tecidos inerentes é o que mais cresce – trata-se do tecido de proteção térmica do futuro, sendo mais confiável e com máxima durabilidade. Pesquisamos constantemente as demandas do mercado brasileiro e latino, bem como novos produtos e inovações.

- Quais foram os esforços de pesquisa e desenvolvimento realizados pela empresa para o lançamento desses produtos?

A busca da Santanense é por consolidar a liderança de mercado FR no Brasil através da inovação tecnológica. Fomos a primeira empresa a produzir um tecido inerente no País, pois acreditamos que é preciso elevar o nível dos produtos do mercado, gerando maior proteção ao trabalhador. Esse tipo de tecido possui fibras inerentemente retardantes a chamas, dispensando acabamentos especiais. Apresentam excelente resistência mecânica e durabilidade, por terem em sua composição a fibra de para-aramida, que é, pelo menos, cinco vezes mais resistente que o aço. Também investimos sempre em tecnologia própria, ou seja, os nossos produtos foram desenvolvidos com recursos internos, através de nosso setor de engenharia e pesquisa.

- É possível adiantar as tendências em relação à inovação tecnológica nessa área?

Acreditamos muito que a tendência é seguir para os tecidos inerentes, que é uma tecnologia mais confiável quanto à proteção, além de apresentar o melhor custo x benefício, considerada sua alta durabilidade. O mercado de proteção térmica no Brasil deve seguir os moldes dos mercados europeu e americano, nos quais os tecidos inerentes são largamente utilizados.

- Para a próxima edição da FISP [Feira Internacional de Segurança e Proteção, em outubro deste ano], quais serão os destaques da Santanense?

Continuaremos nossa evolução como empresa líder no setor de proteção térmica, apresentando novos produtos que certamente suprirão demandas que o mercado ainda tem. Teremos ótimas novidades, tanto em produtos, preponderantemente na linha de tecidos inerentes, quanto em parcerias em tecnologia.

- Qual o potencial de crescimento do mercado brasileiro em relação a vestimentas de proteção no trabalho?

O Brasil é um mercado em expansão, apesar da crise. Cada vez mais percebemos que o mercado confia bastante no produto nacional e consideramos que grande parte dessa confiança se deve ao investimento em tecnologia e conhecimento técnico realizado nos últimos anos. Atualmente, o Brasil é referência em exigência e normatização em toda a América Latina e a Santanense se empenha em oferecer o que há de mais moderno a esse mercado.

Por Marcelo Couto 



Revista CIPA - Maio de 2016 - pág 50 e 51

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