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UNIFORME: os efeitos da roupa sobre o comportamento do colaborador

Além da maneira como somos vistos, será que a roupa pode alterar também nosso comportamento ou a forma como interagimos com o mundo? O professor da escola Kellogg de Administração da Universidade Northwestern (EUA), Adam Galinsky, que liderou uma pesquisa sobre o assunto, aposta que sim. Mais do que uma peça para proteger fisicamente o profissional ou apresentar a identidade da empresa, o uniforme pode afetar – para o bem ou para o mal – o desempenho do trabalhador.

De acordo com Galinsky, as roupas invadem o cérebro, colocando o usuário em um estado psicológico diferente. Durante a pesquisa, também foram feitos vários experimentos envolvendo a percepção sobre a vestimenta. No mais notável, era pedido aos participantes que vestissem um jaleco branco e, após, eram realizados testes de aptidão. Quem colocou o jaleco que acreditava pertencer a um médico, teve sua habilidade de prestar atenção drasticamente aumentada. Já quem usou o mesmo jaleco, acreditando pertencer a um pintor, não mostrou essa melhoria.

“Com uma determinada roupa, alteramos nossa personalidade e nossa disposição para mostrar mais do que acreditamos ser, melhorando, assim, nosso desempenho. A roupa forja uma personalidade, bem como apresenta o ideal de pessoa que somos”, aponta Galinsky.

O mesmo ponto de vista é defendido pelo doutor em economia, professor e pesquisador brasileiro, Claudio de Moura Castro. “As roupas vêm junto com a tradição e o orgulho profissional. Ao portá-las, reforçam a identificação com o ofício. É o círculo virtuoso do profissionalismo. Ao vestir-nos como os outros, sentimo-nos como os que usam este uniforme. E, por consequência, tendemos a nos portar como eles”.

MAIS ELEGANTES E MOTIVADOS

Atentas a estas percepções, as empresas de serviços de limpeza profissional têm demonstrado uma preocupação positiva em investir na melhoria dos uniformes, seja na apresentação, conforto ou mesmo adotando modelagens que em nada lembram as peças tradicionais do setor. “Há cerca de dois anos, nossa empresa substituiu os uniformes padrão de Limpeza pelo modelo com calça preta e camisa polo, para proporcionar mais conforto e mobilidade aos colaboradores, juntamente com um visual mais clean”, aponta a gerente operacional de uma limpadora, Edna Carbonera. “A escolha da camisa polo, por exemplo, foi ideia do nosso diretor e, até onde sabemos, uma novidade que não existe em outra empresa do segmento”.



Com o novo modelo, a empresa percebeu uma sensível diferença na autoestima e uma sensível melhoria no desempenho dos colaboradores. “Por ser moderno e inovador, o novo uniforme teve grande impacto sobre os colaboradores e promoveu um visível diferencial no ambiente de trabalho”, explica Edna. “Todos são mais motivados, se sentem mais elegantes e valorizados em sua profissão. A nova aparência os tornou mais confiantes e, com isto, entregam aos clientes mais tranquilidade e um ambiente mais organizado”.

Fonte: http://www.revistahigiplus.com.br/digital/Higiplus_36/#10 – página 10

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